Palavra de Mulher é uma recolha de
pequenas histórias da autoria de Maria João Lopo de Carvalho. Estas palavras
podem ser… palavras do direito e do avesso, sentidas ou pensadas. Palavras
ditas ora na ponta da língua ora de coração na boca. Palavras segredadas ao
ouvido com mágoa ou doçura, mordazes e muito críticas. Palavras que redimem,
perdoam, sorriem ou espantam. Como estados de alma, as palavras da Maria João
descrevem as pessoas, os gestos, e os sentidos pelo prisma mais saboroso de
todos: o que se ri de si mesmo.
Maria João Mendonça Lopo de Carvalho é
uma empresária e escritora portuguesa. Nasceu em 1962, em Lisboa, licenciou-se
em Línguas e Literaturas Modernas, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
da Universidade Nova de Lisboa, em 1985. Foi professora no Ensino Básico e
Secundário, entre 1985 e 1989 e, novamente, de 1992 a 1995. Em 1989, fundou a
Know How, dedicada à edição de livros e ao ensino de inglês para crianças,
entre outras atividades para escolas públicas e privadas, em regime
extracurricular. Foi também copy-righter na agência de publicidade McCann
Erickson, de 1999 a 2001, assessora no Gabinete de Vereação da Educação e Ação
Social do Município de Lisboa, de 2002 a 2005, e responsável pelos programas de
solidariedade da Swatch, em 2004 e 2005. Em 2008, foi cofundadora da Know How
Angola e da IPSS Know How - Aprende a Brincar, dedicada à ação social. Publicou
vários livros infantis desde 2000 até à atualidade e os seus romances Acidentes
de percurso e Virada do avesso,
ambos best-sellers, inscreveram o seu nome na literatura pop. O seu romance
mais recente é A Marquesa de Alorna.
|
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Livro do mês de novembro
sábado, 10 de novembro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Filme do mês de outubro: Erin Brockovich
Erin é uma mãe solteira e desempregada, que consegue trabalhar como assistente de um advogado.
Inadvertidamente descobre uns documentos e, através de muita pesquisa, consegue trazer a lume o crime de poluição ambiental, que uma poderosa companhia Californiana provoca na cidade. Erin, praticamente sozinha, consegue averiguar todas as consequências inerentes aos malefícios provocados às populações, nomeadamente na saúde.
E consegue provar o crime e fazer justiça, num julgamento que ficou na História da Justiça Americana… apesar dos três filhos pequenos, dos dois ex-maridos ausentes, da precária conta bancária e de outras tantas adversidades.
Inadvertidamente descobre uns documentos e, através de muita pesquisa, consegue trazer a lume o crime de poluição ambiental, que uma poderosa companhia Californiana provoca na cidade. Erin, praticamente sozinha, consegue averiguar todas as consequências inerentes aos malefícios provocados às populações, nomeadamente na saúde.
E consegue provar o crime e fazer justiça, num julgamento que ficou na História da Justiça Americana… apesar dos três filhos pequenos, dos dois ex-maridos ausentes, da precária conta bancária e de outras tantas adversidades.
sábado, 13 de outubro de 2012
Livro do mês de outubro: O anjo que queria pecar
O «Mistério da Boca do Inferno» assombrou gerações durante décadas. O inexplicável desaparecimento do célebre mestre do oculto e da magia negra Aleister Crowley, com a conivência do escritor Fernando Pessoa, colocou Portugal e a Europa em sobressalto nos anos 30. Mas, factos só agora revelados demonstram que a conspiração se prolongou muito para lá do seu tempo, chegando aos dias de hoje e envolvendo uma perversa teia de sexo e manipulação orquestrada por uma criatura demoníaca, da qual foi vítima o Anjo que Queria Pecar.
Francisco Salgueiro nasceu em Lisboa a 29 de Junho de 1972.
Depois de ter tirado o Curso de Comunicação Empresarial, participou na criação da Direção de Comunicação da TV Cabo, dedicou-se à autoria e escrita de programas de televisão, na SIC, e à escrita de artigos de opinião para as revistas Notícias Magazine, Máxima, Telecabo e o jornal O Independente.
É um dos fundadores da primeira empresa em Portugal a dedicar-se à produção de conteúdos escritos para TV, Internet e Televisão Interativa.
Publicou vários livros, a saber, os romances Homens há Muitos, Viva o Amor, Amei-te em Copacabana, A Praia da Saudade, X-Teens - A Misteriosa Cidade Subterrânea, O Fim da Inocência, Os Homens das Cavernas Também Oferecem Toblerones e Splaaash.
Depois de ter tirado o Curso de Comunicação Empresarial, participou na criação da Direção de Comunicação da TV Cabo, dedicou-se à autoria e escrita de programas de televisão, na SIC, e à escrita de artigos de opinião para as revistas Notícias Magazine, Máxima, Telecabo e o jornal O Independente.
É um dos fundadores da primeira empresa em Portugal a dedicar-se à produção de conteúdos escritos para TV, Internet e Televisão Interativa.
Publicou vários livros, a saber, os romances Homens há Muitos, Viva o Amor, Amei-te em Copacabana, A Praia da Saudade, X-Teens - A Misteriosa Cidade Subterrânea, O Fim da Inocência, Os Homens das Cavernas Também Oferecem Toblerones e Splaaash.
Poema do mês de outubro
Não sei quantas almas tenho
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo,
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só.
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo, "Fui eu ?"
Deus sabe, porque o escreveu.
Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo,
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só.
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo, "Fui eu ?"
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoa
domingo, 30 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)













.bmp)