quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Filme do mês de fevereiro
“Million Dollar Baby- Sonhos vencidos”, realizado por Clint
Eastwood, conta com um elenco notável de atores, entre os quais se destacam o
próprio Clint Eastwood, Morgan Freeman e Hilary Swank. Ganhou 4 Óscares da
Academia.
“Eu não treino
raparigas” é a frase emblemática do treinador Frankie Dunn. Porém, há algo de
diferente na entusiasta aspirante a pugilista que aparece todos os dias no
ginásio de Dunn. Tudo o que ela quer é uma oportunidade!
Clint Eastwood interpreta o papel de Dunn e realiza, produz e
compõe música para este aclamado conto sobre esperança, dedicação e família.
Hillary Swank interpreta a persistente Maggie, determinada a não abandonar o
seu sonho. E Morgan Freeman é Scrap, o capataz do ginásio e o contraponto da
dureza de Dunn. Agarrar os sonhos é imprescindível.
Poema do mês de fevereiro
Para Ti
Foi para ti que desfolhei a chuva
para ti soltei o perfume da terra
toquei no nada
e para ti foi tudo
Para ti criei todas as palavras
e todas me faltaram
no minuto em que talhei
o sabor do sempre
Para ti dei voz
às minhas mãos
abri os gomos do tempo
assaltei o mundo
e pensei que tudo estava em nós
nesse doce engano
de tudo sermos donos
sem nada termos
simplesmente porque era de noite
e não dormíamos
eu descia em teu peito
para me procurar
e antes que a escuridão
nos cingisse a cintura
ficávamos nos olhos
vivendo de um só
amando de uma só vida
Mia Couto
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Livro do mês de fevereiro
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Filme do mês de janeiro "Amor em tempos de cólera"
Este filme é baseado no romance homónimo de Gabriel Garcia Márquez e relata uma comovente história de amor. Apresenta um notável elenco de atores, tais como Javier Bardem, Giovanna Mezzogiorno, Benjamin Bratt e Fernanda Montenegro.
Neste esplendoroso épico, que decorre nos luxuriantes trópicos da América do Sul, um desejo inocente nasce e cresce até se tornar num amor intemporal. Na viragem do século XX, o jovem e romântico Florentino Ariza vê a lindíssima Fermina Daza e apaixona-se por ela, imediatamente. Rejeitado pelo pai de Fermina, Florentino recusa-se a desistir do seu sonho de conquistar a sua mão. Isso vai significar esperar por ela durante décadas…
Poema do mês de janeiro
Colegial
Em cima da minha mesa,
Da minha mesa de estudo,
Mesa da minha tristeza
Em que, de noite e de dia,
Rasgo as folhas, leio tudo
Destes livros em que estudo,
E me estudo
(Eu já me estudo…)
E me estudo,
A mim,
Também,
Em cima da minha mesa,
Tenho o teu retrato, Mãe!
À cabeceira do leito,
Dentro dum lindo caixilho,
Tenho uma Nossa Senhora
Que venero a toda a hora…
Ai minha Nossa Senhora
Que se parece contigo,
E que tem, ao peito,
Um filho
(O que ainda é mais estranho)
Que se parece comigo,
Num retratinho,
Que tenho,
De menino pequenino…!
No fundo da minha mala,
Mesmo lá no fundo, a um canto,
Não lhes vá tocar alguém,
(quem as lesse, o que entendia?
Só riria
Do que nos comove a nós…)
Já tenho três maços, Mãe,
Das cartas que tu me escreves
Desde que saí de casa…
Três maços – e nada leves! –
Atados com um retrós…
Se não fora eu ter-te assim,
A toda a hora,
Sempre à beirinha de mim,
(Sei agora
Que isto de a gente ser grande
Não é como se nos pinta…)
Mãe, já teria morrido,
Ou já teria fugido,
Ou já teria bebido
Algum tinteiro de tinta!
Em cima da minha mesa,
Da minha mesa de estudo,
Mesa da minha tristeza
Em que, de noite e de dia,
Rasgo as folhas, leio tudo
Destes livros em que estudo,
E me estudo
(Eu já me estudo…)
E me estudo,
A mim,
Também,
Em cima da minha mesa,
Tenho o teu retrato, Mãe!
À cabeceira do leito,
Dentro dum lindo caixilho,
Tenho uma Nossa Senhora
Que venero a toda a hora…
Ai minha Nossa Senhora
Que se parece contigo,
E que tem, ao peito,
Um filho
(O que ainda é mais estranho)
Que se parece comigo,
Num retratinho,
Que tenho,
De menino pequenino…!
No fundo da minha mala,
Mesmo lá no fundo, a um canto,
Não lhes vá tocar alguém,
(quem as lesse, o que entendia?
Só riria
Do que nos comove a nós…)
Já tenho três maços, Mãe,
Das cartas que tu me escreves
Desde que saí de casa…
Três maços – e nada leves! –
Atados com um retrós…
Se não fora eu ter-te assim,
A toda a hora,
Sempre à beirinha de mim,
(Sei agora
Que isto de a gente ser grande
Não é como se nos pinta…)
Mãe, já teria morrido,
Ou já teria fugido,
Ou já teria bebido
Algum tinteiro de tinta!
José Régio
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
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