terça-feira, 14 de outubro de 2014
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Livro do mês de outubro
Erica e Patrik sobreviveram ao
trágico final de A Sombra da Sereia, mas não saíram incólumes desses terríveis
eventos. Ainda a recuperar, Patrik regressa à esquadra depois de uma baixa
prolongada. Mal se sentou na secretária viu-se envolvido numa nova
investigação. Mats Sverin, um antigo colega de liceu de Erica, foi encontrado
morto em casa com uma bala na cabeça. Mas ninguém tem nada a dizer dele. Por
onde passou deixou boas recordações e todos parecem concordar que era um jovem
simpático, apesar de nada deixar transparecer da sua vida privada. E é este o
grande desafio de Patrik: chegar à verdade por detrás das aparências. Mais uma
vez vai contar com a inesperada ajuda de Erica para descobrir o horror que
esconde a sinistra ilha de Gråskär, a ilha dos espíritos, onde se refugiou uma
antiga namorada de Mats com o filho…
Mais um livro empolgante de Camilla
Läckberg que, a par do suspense, revela as trágicas consequências de um drama
que atravessa gerações: a violência doméstica.
Nascida em 1974, Camilla Läckberg licenciou-se na Universidade de Economia de Gotemburgo antes de se mudar para
Estocolmo, onde foi economista durante alguns anos. Contudo, um curso sobre
escrita criativa de livros policiais despoletou uma mudança drástica de
carreira. Foi considerada a escritora sueca do ano em 2004 e 2005, e os seus
quatro primeiros livros atingiram o primeiro lugar no top de vendas da Suécia.
Atualmente, a autora vive com os dois filhos em Estocolmo.
Poema do mês de outubro
Se, depois de eu morrer...
Se,
depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não
há nada mais simples.
Tem
só duas datas --- a da minha nascença e a da minha morte.
Entre
uma e outra todos os dias são meus.
Sou
fácil de definir.
Vi
como um danado.
Amei
as coisas sem sentimentalidade nenhuma.
Nunca
tive um desejo que não pudesse realizar, porque nunca ceguei.
Mesmo
ouvir nunca foi para mim senão um acompanhamento de ver.
Compreendi
que as coisas são reais e todas diferentes umas das outras;
Compreendi
isto com os olhos, nunca com o pensamento.
Compreender
isto com o pensamento seria achá-las todas iguais.
Um
dia deu-me o sono como a qualquer criança.
Fechei
os olhos e dormi.
Além
disso fui o único poeta da Natureza.
Alberto Caeiro
Filme do mês de outubro
Um homem (Matt Damon) é salvo no mar
pela tripulação de um barco de pesca italiano. Meio morto e completamente
amnésico, não tem qualquer lembrança do passado ou documento de identidade. No
entanto, fala várias línguas e possui uma série de conhecimentos de luta e
autodefesa que deixam adivinhar um passado perigoso.
O homem lança-se então numa busca pela sua
verdadeira identidade, ajudado inicialmente pela rebelde Marie (Franka Potente)
- para descobrir quem é realmente e porque motivo tantas pessoas desejam vê-lo
morto...
“Identidade Desconhecida” é um filme
baseado em “The Bourne Identity”, o primeiro volume de uma trilogia de Robert
Ludlum, que fez sucesso no final dos anos 80.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Apresentação da Obra "Para Sempre Carcóvia" - Casa Municipal da Cultura de Seia
A história consiste numa viagem pela realidade atual e passada, da Ucrânia rural e citadina, tendo como palco principal, a cidade ucraniana de Carcóvia. São retratados vários episódios do quotidiano do Leste, havendo referências a outras cidades europeias, como Iasi, Berlim, ou Paris, e a acontecimentos da segunda guerra mundial. Obra publicada em Dezembro de 2013 é muito provavelmente o último romance saído de uma Ucrânia ainda unida.
João Carlos Máximo nasceu em 1988, na localidade de Unhais da Serra, concelho da Covilhã.
Foi músico de Saxofone Alto e atleta federado. João Carlos Máximo é licenciado em Ciências Biomédicas, pela Universidade do Algarve, desde 2009. Em 2012, foi finalista da iniciativa “O meu movimento – Não tenho que emigrar para me formar”, concurso promovido pelo Governo de Portugal.
Nestes últimos anos passou por vários países dos continentes Europeu, Africano e Asiático.
Hoje em dia, frequenta o curso de Ciências Farmacêuticas da Universidade da Beira Interior, e é colaborador do Jornal “Correio de Unhais”, sendo o autor de uma crónica mensal, intitulada “O Mundo”.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Filme do mês de setembro
Num
mundo tão cheio de incertezas, poucas coisas são tão fidedignas quanto o
Serviço Secreto Britânico, conhecido mundialmente pelo nível profissional dos
seus agentes, pela tecnologia de última geração utilizada nos seus armamentos e
pela sua rede de inteligência. Quando um plano inimaginável para roubar as
adoradas Joias da Coroa chega ao conhecimento dos chefes do Serviço Secreto
Britânico, rapidamente eles designam para o caso o melhor homem da organização,
o Agente Número 1 — que, rapidamente, também, vai parar a seis palmos abaixo da
terra.
Infelizmente,
todos os outros agentes disponíveis do nível do Número 1 logo se unem a ele no
Além. Quem poderia estar por trás de um plano tão diabólico? A mesma mente
perturbada que armou o roubo das Joias da Coroa? Agora há apenas um homem que
pode proteger o seu país, vingar o extermínio de todos os espiões do Serviço
Secreto e descobrir o vilão por trás do plano demoníaco de sumir com os
símbolos do império britânico, as Joias da Coroa: Johnny English! Ele recebe um
automóvel totalmente equipado, armas e aparelhos com a mais nova tecnologia e
acesso aos arquivos da agência. Todas as esperanças da Inglaterra estão
centradas nele. Ele não conhece o medo. Ele não conhece o perigo… Ele não
conhece nada!
Ele
não é o melhor que eles têm, mas é o único que sobrou.
Poema do mês de setembro
REGRESSO
Regresso às fragas de onde me roubaram.
Ah! Minha serra, minha dura infância!
Como os rijos carvalhos me acenaram.
Mal eu surgi, cansado, na distância.
Cantava cada fonte à sua porta:
O poeta voltou!
Atrás ia ficando a terra morta
Dos versos que o desterro esfarelou.
Depois o céu abriu-se num sorriso,
E eu deitei-me no colo dos penedos
A contar aventuras e segredos
Aos deuses do meu velho paraíso.
Regresso às fragas de onde me roubaram.Ah! Minha serra, minha dura infância!
Como os rijos carvalhos me acenaram.
Mal eu surgi, cansado, na distância.
Cantava cada fonte à sua porta:
O poeta voltou!
Atrás ia ficando a terra morta
Dos versos que o desterro esfarelou.
Depois o céu abriu-se num sorriso,
E eu deitei-me no colo dos penedos
A contar aventuras e segredos
Aos deuses do meu velho paraíso.
Miguel Torga
Livro do mês de setembro
No
bestseller Marley & Eu, John
Grogan mostrou como um cão pode tornar-se um elemento fundamental na vida de
uma família. Agora, Grogan conta-nos a sua história. Antes de ter aparecido
Marley, houve um miúdo endiabrado que cresceu num devoto lar católico, nos
arredores de Detroit, durante os anos 60 e 70. As tentativas de John para
cumprir as expetativas dos pais falharam redondamente. Fosse pela sua
desastrosa primeira confissão, fosse por usar o telescópio para espiar os
banhos de sol da Sr.ª Selahowski, fosse pelas goladas de vinho sacramental às
escondidas ou pelas tentativas desastradas de cultivar marijuana, John começou
a perceber que a fé dos seus pais lhe passava ao lado.
Até
que um dia entrou na sua vida uma jovem decidida, Jenny. À medida que crescia o
amor entre ambos, John iniciou a penosa, divertida e comovente caminhada para a
vida adulta, para longe da órbita dos pais, para uma vida que fosse sua. Seria
necessário um nefasto telefonema e a investida da doença para que iniciasse a
última etapa do percurso - o regresso a casa. O Regresso a Casa é um livro incontornável para qualquer filho que
tenha tentado construir uma identidade em conflito com a dos pais, e também
para todos os pais que lutaram por conseguir entender os valores dos filhos. É
um livro sobre a mortalidade e a compaixão, o espírito e a fé, e o poderoso
amor da família. Com a característica mistura de humor e emoção que fez milhões
de pessoas adorar Marley & Eu,
John Grogan traça a viagem que cada um de nós tem de empreender para encontrar
o seu lugar único no mundo.
John Grogan nasceu em Detroit, em 1957. Tem trabalhado como repórter, chefe de redação
e
colunista, em vários jornais americanos. Recebeu o prémio de Jornalismo do
National Press Club.
Vive atualmente num monte da Pensilvânia, com
a mulher, Jenny, os três filhos e uma cadela labrador - a Gracie - que os
vizinhos e amigos consideram «surpreendentemente calma».
domingo, 27 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Banco de livros
À semelhança dos anos anteriores, promovemos a reutilização de livros escolares, ajudando assim os estudantes mais necessitados e facilitando a troca de livros escolares de forma gratuita.
O banco de livros, criado na Biblioteca Municipal ...de Seia, funciona para livros escolares até ao 12º ano.
Para entregar os livros escolares que já não necessita, e que estejam em bom estado, basta dirigir-se à B.M. de Seia nos meses de Junho a Setembro.
O banco de livros, criado na Biblioteca Municipal ...de Seia, funciona para livros escolares até ao 12º ano.
Para entregar os livros escolares que já não necessita, e que estejam em bom estado, basta dirigir-se à B.M. de Seia nos meses de Junho a Setembro.
terça-feira, 8 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Poema do mês de julho
As pessoas sensíveis
As pessoas sensíveis não são capazes
De matar galinhas
Porém são capazes
De comer galinhas
O dinheiro cheira a pobre e cheira
À roupa do seu corpo
Aquela roupa
Que depois da chuva secou sobre o corpo
Porque não tinham outra
O dinheiro cheira a pobre e cheira
A roupa
Que depois do suor não foi lavada
Porque não tinham outra
"Ganharás o pão com o suor do teu rosto"
Assim nos foi imposto
E não:
"Com o suor dos outros ganharás o pão."
Ó vendilhões do templo
Ó constructores
Das grandes estátuas balofas e pesadas
Ó cheios de devoção e de proveito
Perdoai-lhes Senhor
Porque eles sabem o que fazem.
As pessoas sensíveis não são capazes
De matar galinhas
Porém são capazesDe comer galinhas
O dinheiro cheira a pobre e cheira
À roupa do seu corpo
Aquela roupa
Que depois da chuva secou sobre o corpo
Porque não tinham outra
O dinheiro cheira a pobre e cheira
A roupa
Que depois do suor não foi lavada
Porque não tinham outra
"Ganharás o pão com o suor do teu rosto"
Assim nos foi imposto
E não:
"Com o suor dos outros ganharás o pão."
Ó vendilhões do templo
Ó constructores
Das grandes estátuas balofas e pesadas
Ó cheios de devoção e de proveito
Perdoai-lhes Senhor
Porque eles sabem o que fazem.
Sophia de Mello Breyner Andresen
(Livro sexto)
(Livro sexto)
Livro do mês de julho
A
juventude é cheia de ignorância, de sonhos, de loucuras, e qualquer suspiro ou
brisa a perturba. É cheia de paixões perigosas e de ilusões arrogantes. Estas
são palavras do tutor da Vanina, a jovem veneziana que se alimenta dos próprios
sonhos até ser despertada…
O Colar é uma peça de teatro que tem como
cenário a cidade de Veneza e apresenta a história da jovem Vanina, que se
apaixona por Pietro, um fidalgo arruinado que ganha a vida a (en)cantar pelos
canais da cidade.
Sophia
de Mello Breyner nasceu a 6 de novembro 1919, no Porto, onde passa a infância.
Entre
1936 e 1939 estuda Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publica os
primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia.
Casada
com Francisco Sousa Tavares, passa a viver em Lisboa. Tem cinco filhos.
Participa ativamente na oposição ao Estado Novo e é eleita, depois do 25 de
Abril, deputada à Assembleia Constituinte.
Autora
de catorze livros de poesia, publicados entre 1944 e 1997, escreve também
contos, histórias para crianças, artigos, ensaios e teatro. Traduz Eurípedes,
Shakespeare, Claudel, Dante e, para o francês, alguns poetas portugueses.
Recebeu
entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio
Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana. Foi a primeira vez que um português
venceu este prestigiado galardão, que, para além do valor pecuniário, significa
ainda a edição de uma antologia bilingue (português-castelhano), o que levará a
autora a um vastíssimo público que cobre os países latino-americanos.
Com
uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos
antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os
seres, os tempos, os mares, os dias. A sua obra, várias vezes premiada está
traduzida em várias línguas.
Sophia
de Mello Breyner Andresen faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa.
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