Londres, 1910. Um banqueiro, George
Banks (David Tomlinson), resolve redigir um anúncio pedindo uma ama, após
Michael (Matthew Garber) e Jane (Karen Dotrice), seus filhos, mais uma vez desaparecerem
e fazerem com que Katie Nanna (Elsa Lanchester), a ama, pedisse a demissão.
Tentando controlar a situação, Winifred (Glynis Johns), a mulher de George, faz
tudo para acalmar o marido, mas a sua cabeça está voltada para a defesa dos
direitos da mulher. As crianças também escreveram um anúncio, que difere
bastante da ama que George pensa contratar, tanto que, depois de lê-lo, o rasga
em oito pedaços e deita-o na lareira, por tê-lo achado fantasioso demais.
Porém, os pedaços de papel milagrosamente voam juntos até uma nuvem próxima,
onde está uma pessoa muito especial: Mary Poppins (Julie Andrews). No dia seguinte
chegam muitas candidatas para o cargo de ama, mas um vento misterioso carrega-as
antes de serem entrevistadas. Chega, então, Mary Poppins, que desce das nuvens
até a casa dos Banks, usando um guarda-chuva mágico como paraquedas. Ela
conhece Mr. Banks e concorda em ficar com o trabalho. Michael e Jane ficam
fascinados com Mary Poppins, pois ela é exatamente a ama que sempre sonharam.
domingo, 7 de dezembro de 2014
Livro do mês de dezembro
John
Corey, ex-detetive de Homicídios da Polícia de Nova Iorque e agente especial da
Brigada Antiterrorista, está de volta. Infelizmente para Corey, Asad Khalil, o
terrorista líbio conhecido como Leão, também.
Da última vez que Khalil rumou aos Estados
Unidos, foi apenas para provocar o ato de terrorismo mais horrendo que alguma
vez ocorreu em solo americano. Enquanto Corey e a sua parceira, a agente Kate
Mayfield, o perseguiam pelo país, Khalil eliminou metodicamente as suas
vítimas, uma por uma, e a seguir desapareceu sem deixar rasto.
O Leão é uma máquina assassina novamente à
solta, em missão de vingança, e John Corey não vai conseguir pará-lo a menos
que consiga encontrar e matar Khalil.
Nelson
Richard DeMille (23/08/1943) nasceu em Nova Iorque, e cresceu em Long Island,
onde
atualmente vive com a mulher e dois filhos. Estudou três anos na Hofstra University, alistando-se depois no exército americano, onde chegou a primeiro-tenente, tendo sido condecorado com a Air Medal, Bronze Star, e the Vietnamese Cross of Gallantry. Regressou à Universidade de Hofstra, nos Estados Unidos, obtendo o diploma em ciência política e história e o doutoramento em Letras Humanas. Doutorou-se igualmente em Literatura na Long Island University. Escreve short stories, críticas literárias e artigos para revistas e jornais. Tem publicados 12 livros, sendo O Crepúsculo Fatal, o primeiro a ser editado em Portugal.
atualmente vive com a mulher e dois filhos. Estudou três anos na Hofstra University, alistando-se depois no exército americano, onde chegou a primeiro-tenente, tendo sido condecorado com a Air Medal, Bronze Star, e the Vietnamese Cross of Gallantry. Regressou à Universidade de Hofstra, nos Estados Unidos, obtendo o diploma em ciência política e história e o doutoramento em Letras Humanas. Doutorou-se igualmente em Literatura na Long Island University. Escreve short stories, críticas literárias e artigos para revistas e jornais. Tem publicados 12 livros, sendo O Crepúsculo Fatal, o primeiro a ser editado em Portugal.
Poema do mês de dezembro
Guerra
que os rios desistem de seu ritmo,
e o oceano delira
e rejeita as espumas vermelhas.
Tanto é o sangue
que até a lua se levanta horrível,
e erra nos lugares serenos,
sonâmbula de auréolas rubras,
com o fogo do inferno em suas madeixas.
Tanta é a morte
que nem os rostos se conhecem, lado a lado,
e os pedaços de corpo estão por ali como
tábuas sem uso.
Oh, os dedos com alianças perdidos na lama...
Os olhos que já não pestanejam com a poeira...
As bocas de recados perdidos...
O coração dado aos vermes, dentro dos densos
uniformes...
Tanta é a morte
que só as almas formariam colunas,
as almas desprendidas... — e alcançariam as
estrelas.
E as máquinas de entranhas abertas,
e os cadáveres ainda armados,
e a terra com suas flores ardendo,
e os rios espavoridos como tigres, com suas
máculas,
e este mar desvairado de incêndios e
náufragos,
e a lua alucinada de seu testemunho,
e nós e vós, imunes,
chorando, apenas, sobre fotografias,
—
tudo é um natural armar e desarmar de andaimes
entre tempos vagarosos,
sonhando arquiteturas.
Cecília Meireles, in 'Mar Absoluto'
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
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