terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

"O fim da inocência"

"Praia da saudade"

TVI Jornal

ENTREVISTA TVI 24 - Programa "Livraria Ideal"

ENTREVISTA TVI 24 - Programa "Livraria Ideal" from Francisco Salgueiro on Vimeo.

ENTREVISTA NA SIC - PROGRAMA "BOA TARDE" 12 Abril 2011

ENTREVISTA NA SIC - PROGRAMA "BOA TARDE" 12 Abril 2011 from Francisco Salgueiro on Vimeo.

À conversa com Francisco Salgueiro

Sessão de Contos e Poesia

Semana da Leitura

Livro do mês de fevereiro: "Jesusalém"

Jesusalém é, seguramente, a mais madura e mais conseguida obra de um escritor em plena posse das suas capacidades criativas. Aliando uma narrativa a um tempo complexa e aliciante ao seu estilo poético tão pessoal, Mia Couto confirma o lugar cimeiro de que goza nas literaturas de língua portuguesa.
 A vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado, diz um dos protagonistas deste romance. A prosa mágica do escritor moçambicano ajuda, certamente, a reencantar este nosso mundo.
Este livro é recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o Ensino Secundário.


Mia Couto é um escritor moçambicano, nascido em 1955. António Emílio Leite Couto foi apelidado de Mia, dado que o seu irmãozinho não conseguia dizer "Emílio". Segundo o próprio autor, a utilização deste apelido tem também a ver com sua paixão pelos gatos. Desde pequeno que Mia Couto dizia aos seus familiares que queria ser um deles. Nasceu na Beira, a segunda cidade de Moçambique. Mia Couto disse uma vez que não tinha uma "terra-mãe", tinha antes uma "água-mãe", referindo-se à tendência daquela cidade baixa e localizada à beira do Oceano Índico para ficar inundada.
Iniciou o curso de Medicina ao mesmo tempo que se iniciava no jornalismo e abandonou aquele curso para se dedicar a tempo inteiro à segunda ocupação. Foi diretor da Agência de Informação de Moçambique e mais tarde tirou o curso de Biologia, exercendo a profissão de Biólogo e professor Universitário. A sua vasta obra inclui vários géneros literários, a saber, poesia, contos, crónicas e romances.
Livro selecionado pela docente Cândida Perpétua

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Filme do mês de fevereiro: "O discurso do rei"

Após a morte do seu pai, o Rei George V (Michael Gambon), e da escandalosa abdicação do Rei Eduardo VIII (Guy Pearce), Bertie (Colin Firth), que toda a sua vida sofreu de um debilitante problema de fala, é coroado Rei George VI de Inglaterra.
Com o país à beira de uma guerra e a necessitar desesperadamente de um líder, a sua mulher, Elizabeth (Helena Bonham Carter), futura Rainha-mãe, encaminha o marido para um excêntrico terapeuta da fala, Lionel Logue (Geoffrey Rush). Com a ajuda da sua família, do seu governo e de Winston Churchill (Timothy Spall), o Rei vai superar a gaguez e tornar-se numa inspiração para o povo.
Baseado na história real do Rei George VI, “O Discurso do Rei” acompanha a luta desesperada do monarca pelo reencontro com a sua própria voz.
A Rainha Isabel II de Inglaterra assistiu à estreia do filme e ficou "emocionada" com Firth, pela interpretação de seu pai.




                                                     Filme selecionado pela docente Cândida Perpétua

Poema do mês de fevereiro: "Segredo"

Segredo

Sei um ninho.
E o ninho tem um ovo.
E o ovo, redondinho,
Tem lá dentro um passarinho
Novo.

Mas escusam de me atentar:
Nem o tiro, nem o ensino.
Quero ser um bom menino
E guardar
Este segredo comigo.
E ter depois um amigo
Que faça o pino
A voar...

Miguel Torga

Poema selecionado pela professora Cândida Perpétua

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Resultados do Concurso Nacional de Leitura: fase de escola

Classificação
Nome
Ano
Turma
Rafaela Almeida
10º
B
Mariana Moraes
11º
F
Juliana Alves Nogueira Santos
10º
D
Joana Filipa Borges Almeida
10º
D
Marco António Guedes Cosme
11º
F












Os três primeiros classificados irão representar a Escola Secundária de Seia na fase Distrital do Concurso Nacional de Leitura, em local e data a definir.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Poema do mês de janeiro: "Receita de ano novo"


Receita de ano novo 


Para você ganhar belíssimo Ano Novo
 
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
 
...
 Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido 
(mal vivido talvez ou sem sentido)
 
para você ganhar um ano
 
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
 
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
 
novo
 
até no coração das coisas menos percebidas
 
(a começar pelo seu interior)
 
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
 
mas com ele se come, se passeia,
 
se ama, se compreende, se trabalha,
 
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
 
não precisa expedir nem receber mensagens
 
(planta recebe mensagens?
 
passa telegramas?)
 


Não precisa
 
fazer lista de boas intenções
 
para arquivá-las na gaveta.
 
Não precisa chorar arrependido
 
pelas besteiras consumidas
 
nem parvamente acreditar
 
que por decreto de esperança
 
a partir de janeiro as coisas mudem
 
e seja tudo claridade, recompensa,
 
justiça entre os homens e as nações,
 
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
 
direitos respeitados, começando
 
pelo direito augusto de viver.
 


Para ganhar um Ano Novo
 
que mereça este nome,
 
você, meu caro, tem de merecê-lo,
 
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
 
mas tente, experimente, consciente.
 
É dentro de você que o Ano Novo
 
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade


Poema selecionado pela docente Cândida Perpétua

Filme do mês de janeiro: "Louca por compras"


Rebecca Bloomwood é uma jovem que adora divertir-se e é uma perita na arte de fazer compras. Sonha trabalhar na sua revista de moda preferida, mas nem consegue entrar no edifício até que, ironicamente, esbarra num trabalho como colunista de uma revista de Economia publicada pela mesma empresa. À medida que os seus sonhos começam, finalmente, a tornar-se realidade, ela vai desencadear cenas hilariantes e colocar-se em situações extremas para assegurar que o passado não irá arruinar o futuro.
Uma experiência que mostra aos jovens todas as desvantagens do consumismo.








Filme selecionado pela docente Cândida Perpétua