segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Concurso Nacional de Leitura
Resultados do Concurso Nacional
de Leitura
1ª Fase – Nível de Escola
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Classificação
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Nome
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Ano
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Turma
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1º
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Benedita Marques Dias
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10º
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D
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2º
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Joana Gabriela Martins
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10º
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D
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3º
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Bárbara Branquinho
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10º
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D
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4º
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Manuel de Camelo
Correia
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10º
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D
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5º
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Ana Beatriz Neves
Mendes
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10º
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D
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Os três primeiros classificados irão representar a Escola Secundária de
Seia na fase Distrital do Concurso Nacional de Leitura, em local e data a
definir.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Poema do mês de janeiro
Ode à Paz
Pela
verdade, pelo riso, pela luz, pela beleza,
Pelas
aves que voam no olhar de uma criança,
Pela
limpeza do vento, pelos atos de pureza,
Pela
alegria, pelo vinho, pela música, pela dança,
Pela
branda melodia do rumor dos regatos,
Pelo
fulgor do estio, pelo azul do claro dia,
Pelas
flores que esmaltam os campos, pelo sossego dos pastos,
Pela
exatidão das rosas, pela Sabedoria,
Pelas
pérolas que gotejam dos olhos dos amantes,
Pelos
prodígios que são verdadeiros nos sonhos,
Pelo
amor, pela liberdade, pelas coisas radiantes,
Pelos
aromas maduros de suaves outonos,
Pela
futura manhã dos grandes transparentes,
Pelas
entranhas maternas e fecundas da terra,
Pelas
lágrimas das mães a quem nuvens sangrentas
Arrebatam
os filhos para a torpeza da guerra,
Eu te
conjuro ó paz, eu te invoco ó benigna,
Ó
Santa, ó talismã contra a indústria feroz.
Com
tuas mãos que abatem as bandeiras da ira,
Com o
teu esconjuro da bomba e do algoz,
Abre
as portas da História,
deixa passar a
Vida!
Natália Correia, in "Inéditos (1985/1990)"
Livro do mês de janeiro: "Ínclita Geração"
Era
feita de luzes e de sombras. O pintor flamengo Van Eyck havia entendido a sua
essência como ninguém e pintado as linhas do seu rosto e o seu carácter, em
dois quadros distintos, para mostrar ao noivo Filipe III, duque da Borgonha. Um
feito de luzes, outro feito de sombras. Isabel, tal como a sua mãe, D. Filipa
de Lencastre, casava tarde. E a ideia de deixar Portugal, o pai envelhecido, os
cinco irmãos em constante desacordo, e Lopo, irmão de leite e melhor amigo,
para partir para um país longínquo e gelado atormentava-lhe o coração. Era a
terceira mulher de Filipe, já duas vezes viúvo, esperava vir a dar-lhe o
herdeiro legítimo de que Borgonha tanto precisava. A sua fama de mulherengo
atravessava fronteiras… Mas Isabel sabia que nascera para cumprir um destino,
ser a Estrela do Norte, que firme no céu indica o caminho. Saberia mudá-lo,
torná-lo num homem diferente, acreditava Isabel. Na manga levava um trunfo que
apenas partilhava com o seu irmão Henrique e com o seu fiel Lopo, na esperança
de se tornar senão amada, pelo menos indispensável. Mas ao longo da sua vida,
as sombras foram ganhando terreno e os acontecimentos precipitaram-se numa
espiral que Isabel não conseguia travar e de que apenas o seu filho a podia
salvar. Este romance traz-nos a surpreendente história de Isabel de Borgonha, a
única mulher da chamada Ínclita Geração, cantada por Luís de Camões, n´ “Os
Lusíadas”.
A
Ínclita Geração é a geração perfeita, os filhos de Avis, de D. Filipa de
Lencastre e D. João I, que marcaram, cada um à sua maneira, a História de
Portugal. Dela fazem parte D. Duarte, rei de Portugal, o infante D. Henrique, O
Navegador, impulsionador dos Descobrimentos, D. Fernando, morto no cativeiro em
Fez à mão dos mouros, D. João, condestável do Reino, D. Pedro, duque de
Coimbra, regente do reino, morto na batalha de Alfarrobeira, e Isabel de
Borgonha, a infanta que levou Portugal ao mundo. É através dos olhos da infanta
que olhamos para Portugal e para cada um dos seus irmãos.
Um
romance empolgante que acompanha a vida desta mulher do século XV, que assumiu
com inteligência e determinação o seu papel no governo de Borgonha urdindo
alianças com França e Inglaterra, que procurou salvar Joana d' Arc da morte,
abriu os braços aos sobrinhos fugidos de Portugal, num período de tumultos e
divisões. Foi aliada das descobertas do infante D. Henrique, assistindo
impotente à morte do seu querido irmão D. Fernando às mãos dos infiéis… Uma
mulher que nunca esqueceu que era filha de Filipa de Lencastre e princesa de
Portugal.
Isabel
Stilwell é jornalista e escritora. Desde o Diário de Notícias, onde começou aos
21 anos, que contribui de forma essencial para o jornalismo português. Fundou e
dirigiu a revista Pais & Filhos, foi diretora da revista Notícias Magazine durante
13 anos e diretora do jornal Destak até ao final do ano de 2012, entre muitos
outros projetos. Paralelamente escreveu vários livros de ficção, contos e
histórias para crianças, mas a sua grande paixão por romances históricos
revelou-se em 2007, com o bestseller "Filipa de Lencastre", a que se
seguiram "Catarina de Bragança" e "D. Amélia", com
crescente sucesso. Em abril de 2012, foi a vez de "D. Maria II", que
vendeu mais de 45 mil exemplares, e mereceu uma edição especial para o mercado
brasileiro. Em outubro de 2013 lança um novo romance histórico intitulado
"Ínclita Geração", sobre a vida de Isabel de Borgonha, filha de D.
Filipa de Lencastre, e em maio de 2015 publica o seu mais recente livro sobre a
mãe do nosso primeiro rei, "D. Teresa". Em julho de 2015 viu
traduzido para inglês o seu primeiro romance histórico, "Philippa of
Lancaster - English Princess, Queen of Portugal".
Mais
recentemente mantém a crónica, todos os sábados, no Jornal i, sobre os mais
diversos tópicos da atualidade. Escreve, também, para a revista Máxima, tendo
uma das suas peças sobre a adoção em Portugal ("Não amam nem deixam
amar", em conjunto com a jornalista Carla Marina Mendes) sido distinguida
com o 1º Prémio de jornalismo “Os Direitos da Criança em Notícia”. Continua a
colaborar mensalmente com a revista Pais & Filhos, e quando não está a
escrever, vira diariamente os "Dias do Avesso" em conversa com
Eduardo Sá, na Antena 1.
No
tempo que lhe sobra de crónicas, entrevistas, livros infantis e conferências
para os mais velhos, e os mais novos, dedica-se a investigar e a escrever o seu
próximo romance histórico.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Maratona de cartas 2015 - Amnistia Internacional
No
Agrupamento de Escolas de Seia, realizou-se, no dia 10 de dezembro, a Maratona
das Cartas 2015 da Amnistia Internacional. Esta atividade contou também com a
realização de três sessões de sensabilização/esclarecimento quer da Amnistia
Internacional quer dos casos apresentados para este ano. As sessões foram
dinamizadas pelo professor António José Ferreira, docente de Educação Moral e
Religião Católica (EMRC), do Agrupamento de Escolas de Seia.
Vários
grupos de alunos estiveram presentes e deram o seu contributo neste grande
evento anual desta organização Internacional de Direitos Humanos que mobiliza
milhões de ativistas pelo mundo inteiro. Desejamos que a sua assinatura faça a
diferença na vida de Rafael, de Yecenia, de Costas e das Meninas de Burkina
Faso.
No
final, os participantes fizeram a diferença formando um coração humano.
Agradecemos
o contributo dos professores Manuela Silva (Biblioteca ESS), António José Ferreira
(EMRC), Estela Brito (EMRC), Cristina Almeida Oliveira (EMRC), Cristina Nunes
(ESS), turma G, do 11º ano, do Curso Profissional de Análises Laboratoriais e, principalmente,
a todos os que HOJE fizeram a diferença.
Bem-Haja.
Filme do mês de dezembro: "O leão da Estrela"
Título original: O Leão da Estrela
Género: COMÉDIA
Ano: 2015
Realizador: Leonel Vieira
Elenco: Miguel Guilherme, Sara Matos, Ana Varela, Dânia Neto, Manuela Couto, Aldo Lima, André Nunes, José Raposo, Alexandra Lencastre
País(es): Portugal
Duração: 1h 40m
Género: COMÉDIA
Ano: 2015
Realizador: Leonel Vieira
Elenco: Miguel Guilherme, Sara Matos, Ana Varela, Dânia Neto, Manuela Couto, Aldo Lima, André Nunes, José Raposo, Alexandra Lencastre
País(es): Portugal
Duração: 1h 40m
Remake da popular comédia de 1947, com António Silva, Milú, Maria Eugénia e Laura Alves. Anastácio, um alucinado e fanático adepto do Sporting, vai ao Porto assistir a um desafio decisivo.
Instala-se com a família em casa dos Barata, que conheceram nas Caldas da Rainha e cujo filho Eduardo namorisca a bela Jujú, a filha de Anastácio.
Este, um compulsivo farsante e imaginativo mentiroso, faz-se passar por um abastado homem de negócios e as coisas correm da melhor forma no Porto.
Mas quando Barata anuncia uma visita a Lisboa com a família, Anastácio fica em pânico. Porém, não se deixa abater e monta uma engenhosa farsa de aparências e mentiras, que vai terminar numa monumental confusão….
Não é, claro, o melhor filme nacional de sempre. Nem é comparável ao original de Arthur Duarte (1947). Mas tem grandes atores, boa fotografia, um realizador competente e esforçado e… é português! Leva gente ao cinema, é divertido e é… DEVER IR VER!!!!
No Cine Teatro de Seia/Casa da Cultura, dias 18, 19 e 20 de dezembro, sempre às 21:30.
sábado, 12 de dezembro de 2015
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Livro do mês de dezembro: "A escriba", de Antonio Garrido
Alemanha,
ano 799. Carlos Magno, em vésperas de ser coroado imperador do Ocidente,
encarrega Gorgias, um ilustre escriba bizantino, da tradução de um documento de
vital importância para o futuro da Cristandade. O trabalho deverá ser executado
no mais absoluto segredo.
Entretanto,
Theresa, filha de Gorgias e aprendiz de escriba, é falsamente acusada de um
crime e procura refúgio na cidade alemã de Fulda, perdendo o contacto com o
pai. Aí, conhecerá Alcuino de York, um frade britânico que investiga uma terrível
epidemia que assola a população. Quando Theresa é informada do desaparecimento
misterioso de Gorgias, ela e Alcuino embarcam numa aventura inquietante para o
encontrar e infiltram-se numa teia conspirativa de ambição, poder e morte, em
que nada nem ninguém é o que parece e da qual depende o futuro do mundo
ocidental.
Combinando
o rigor histórico com uma prosa de ritmo trepidante, este romance de Antonio
Garrido conduz o leitor por cidades, claustros e abadias medievais, num
thriller apaixonante inspirado em factos reais.
Antonio
Garrido, nascido em Linares em 1963, estudou Engenharia Industrial e leciona na
Universidade Politécnica e na Universidade CEU Cardenal Herrera, ambas em
Valência.
O Leitor de Cadáveres foi muito bem acolhido pela crítica,
tendo recebido o Prémio Internacional de Romance Histórico "Ciudad de Zaragoza",
um dos mais importantes galardões do género. O seu primeiro romance, A Escriba, obteve um enorme sucesso em
Espanha, tendo sido traduzido para treze idiomas.
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