domingo, 11 de março de 2012

Livro do mês de março: "Praia da saudade"

Esta é a história de um amor proibido num país mergulhado na ditadura salazarista – Portugal - em 1964. Nessa época, Salazar proibia a Coca-Cola, a censura amordaçava escritores e a PIDE prendia inocentes. Beatriz e Rodrigo apaixonam-se. Ela, de educação católica e membro da Mocidade Portuguesa Feminina. Ele, um defensor da liberdade e crítico do regime. Em plena ditadura, havia apenas uma regra no que tocava às relações: não se apaixonar pela pessoa errada.
Quarenta e cinco anos mais tarde, o neto de Rodrigo abre um cofre fechado durante décadas e encontra as cartas de amor trocadas entre os dois. Descobre a história de uma paixão impossível, que tentou sobreviver às pressões sociais de um país mergulhado nas trevas do regime salazarista. A política de Salazar obrigou à separação dos dois amantes, mas nunca conseguiu matar o amor que os unia. Poderá ainda haver um final feliz, ou será tarde demais?
Entre o ambiente de Lisboa nos anos sessenta, a guerra em África e o retrato de uma sociedade governada pelo medo, Francisco Salgueiro, com base numa história real, escreve um romance emocionante e comovente, a que nenhum leitor fica indiferente.
Francisco Salgueiro nasceu em Lisboa a 29 de Junho de 1972.
Depois de ter tirado o Curso de Comunicação Empresarial, participou na criação da Direção de Comunicação da TV Cabo, dedicou-se à autoria e escrita de programas de televisão, na SIC, e à escrita de artigos de opinião para as revistas Notícias Magazine, Máxima, Telecabo e o jornal O Independente.
É um dos fundadores da primeira empresa em Portugal a dedicar-se à produção de conteúdos escritos para TV, Internet e Televisão Interativa.
Publicou vários livros, a saber, os romances Homens há Muitos, Viva o Amor, Amei-te em Copacabana, A Praia da Saudade, X-Teens - A Misteriosa Cidade Subterrânea, O Fim da Inocência, Os Homens das Cavernas Também Oferecem Toblerones e Splaaash. Trata-se de uma fabulosa reinvenção da escrita, esta de Francisco Salgueiro, alinhada à geração dos tecnófilos e das redes sociais, enquanto fatores que entretecem no paradigma da globalização.

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